sábado, 23 de abril de 2011

Woman - The Beatles




Woman


Woman I can hardly expressMy mixed emotions at my thoughtlessnessAfter all I'm forever in your debtAnd woman I will try to expressMy inner feelings and thankfulnessFor showing me the meaning of successOoh, well, wellDoo, doo, doo, doo, dooOoh, well, wellDoo, doo, doo, doo, doo

Woman I know you understandThe little child inside of the manPlease remember my life is in your handsAnd woman hold me close to your heartHowever distant don't keep us apartAfter all it is written in the stars

Ooh, well, wellDoo, doo, doo, doo, dooOoh, well, wellDoo, doo, doo, doo, dooWellll

Woman please let me explainI never meant to cause you sorrow or painSo let me tell you again and again and again

I love you, yeah, yeahNow and foreverI love you, yeah, yeahNow and foreverI love you, yeah, yeahNow and foreverI love you, yeah, yeah

Mulher

Mulher, eu quase não consigo expressarMinhas emoções confusas na minha negligência.Afinal de contas, estou eternamente em dívida com você.E, mulher, eu tentarei expressarMeus sentimentos interiores e gratidãoPor me mostrar o significado do sucesso.Ooh, bem, bem,Doo, doo, doo, doo, doo.Ooh, bem, bem,Doo, doo, doo, doo, doo.

Mulher, eu sei que você compreendeA criancinha dentro do homem.Por favor, lembre-se: minha vida está em suas mãos.E, mulher, mantenha-me próximo do seu coraçãoPor mais que [estejamos] distantes, não nos mantenha separados.Afinal de contas, está escrito nas estrelas...

Ooh, bem, bem,Doo, doo, doo, doo, doo.Ooh, bem, bem,Doo, doo, doo, doo, doo,Bem...

Mulher, por favor deixe-me explicar:Eu nunca tive intenção de te causar tristeza ou dor.Então, deixe-me te dizer de novo e de novo e de novo

Eu te amo, sim, sim,Agora e eternamente.Eu te amo, sim, sim,Agora e eternamente.Eu te amo, sim, sim,Agora e eternamente.Eu te amo, sim, sim...

Note For a Child - Impossibly Beautiful




Note For a Child - Impossibly Beautiful




I am the question and you are the answer

I am the lyric with words, who, like dancers,

Need you, the melody, to give life to my song



I am a boat in the sea all alone

You are the North Star, guiding me home

I'm the explorer and you are the treasure I seek



And how can I dare to believe

I wake from this dream to see

Impossibly beautiful, you walk beside me

And all that I see in you

I just want to be with you

Impossibly beautiful, but beautifully true



I am a Japanese house made of paper

You, like a hurricane, lay me to waste

Here in my brokenness, everything changes but you



*********************

Recado para uma criança, Incrivelmente bonito.



Eu sou a pergunta e você é a resposta

Eu sou a letra com as palavras, que, parecem dançarinos,

Preciso de você, a melodia, para dar vida a minha canção



Eu sou um barco no mar sozinho

Você é a Estrela do Norte, guiando-me para casa

Eu sou o explorador e você é o tesouro que eu procuro



E como eu poderia ousar acreditar

Acordar desse sonho para ver

Incrivelmente bonito, você caminha ao meu lado

E tudo que eu vejo em você

Eu só quero estar com você

Impossivelmente belo, mas bem verdade



Eu sou uma casa japonesa feita de papel

Você, como um furacão, coloco-me a perder

Aqui na minha angústia, tudo muda, mas você.

sábado, 16 de abril de 2011

" Ecobiologia Interior" - Frei Beto

Por um minuto, esquece a poluição do ar e do mar, a química que contamina a terra e envenena os alimentos, e medita: como anda o teu equilíbrio eco-biológico?



Tens dialogado com teus órgãos interiores? Acariciado o teu coração? Respeitas a delicadeza de teu estômago? Acompanhas mentalmente teu fluxo sanguíneo? Teus pensamentos são poluídos? As palavras, ácidas? Os gestos, agressivos? Quantos esgotos fétidos correm em tua alma? Quantos entulhos - mágoas, ira, inveja - se amontoam em teu espírito?


Examina a tua mente. Está despoluída de ambições desmedidas, preguiça intelectual e intenções inconfessáveis? Teus passos sujam os caminhos de lama, deixando um rastro de tristeza e desalento? Teu humor intoxica-se de raiva e arrogância?


Onde estão as flores do teu bem-querer, os pássaros pousados em teu olhar, as águas cristalinas de tuas palavras?

Por que teu temperamento ferve com freqüência e expele tanta fuligem pelas chaminés de tua intolerância? Não desperdiça a vida queimando a tua língua com as nódoas de teus comentários infundados sobre a vida alheia.

Preserva o teu ambiente, investe em tua qualidade de vida, purifica o espaço em que transitas. Limpa os teus olhos das ilusões de poder, fama e riqueza, antes que fiques cego e tenhas os passos desviados para a estrada dessinalizada dos rumos da ética. Ela é cheia de buracos e podes enterrar o teu caminho num deles.

Tu és, como eu, um ser frágil, ainda que julgues fortes os semelhantes que merecem a tua reverência.

Somos todos feitos de barro e sopro.


Finos copos de cristal que se quebram ao menor atrito: uma palavra descuidada, um gesto que machuca, uma desconfiança que perdura.


Graças ao Espírito que molda e anima o teu ser, o copo partido se reconstitui, inteiro, se fores capaz de amar.


Primeiro, a ti mesmo, impedindo que a tua subjetividade se afogue nas marés negativas.


Depois, a teus semelhantes, exercendo a tolerância e o perdão, sem jamais sacrificar o respeito e a justiça.


Livra a tua vida de tantos lixos acumulados.


Atira pela janela as caixas que guardam mágoas e tantas fichas de tua contabilidade com supostos débitos de outrem.

"Vive o teu dia como se fosse a data de teu renascer para o melhor de ti mesmo - e os outros te receberão como dom de amor. Pratica a difícil arte do silêncio. Desliga-te das preocupações inúteis, das recordações amargas, das inquietações que transcendem o teu poder.


Recolhe-te no mais íntimo de ti mesmo, mergulha em teu oceano de mistério e descobre, lá no fundo, o Ser Vivo que funda a tua identidade. Guarda este ensinamento: por vezes é preciso fechar os olhos para ver melhor.

Acolhe a tua vida como ela é: uma dádiva involuntária. Não pediste para nascer e, agora, não desejas morrer. Faz dessa gratuidade uma aventura amorosa. Não sofras por dar valor ao que não merece importância. Trata a todos como igual, ainda que estejam revestidos ilusoriamente de nobreza ou se mostrem realmente como seres carcomidos pela miséria.


Faz da justiça o teu modo de ser e jamais te envergonhes de tua pobreza, de tua falta de conhecimentos ou de poder. Ninguém é mais culto do que o outro. O que existem são culturas distintas e socialmente complementares.

O que seria do erudito sem a arte culinária da cozinheira analfabeta?
Tua riqueza e teu poder residem em tua moral e dignidade, que não têm preço e te trazem apreço. Porém, arma-te de indignação e esperança.

Luta para que todos os caminhos sejam aplainados, até que a espécie humana se descubra como uma só família, na qual todos, malgrado as diferenças, tenham iguais direitos e oportunidades. E estejas convicto de que convergimos todos para Aquele que, supremo Atrator, impregnou-nos dessa energia que nos permite conhecer a abissal distância que há entre a opressão e a libertação.

Faze de cada segundo de teu existir uma oração. E terás força para expulsar os vendilhões do templo, operar milagres e disseminar a ternura como plenitude de todos os direitos humanos. Ainda que estejas cercado de adversidades, se preservares a tua ecobiologia interior serás feliz, porque trarás em teu coração tesouros indevassáveis".

Texto: Frei Beto


Fonte: Bliss1000


"Solidariedade e Direitos: aprendendo com a tragédia em Realengo"

Hoje fui conversar com os pais da Escola Municipal daqui de minha cidade, que tinha como objetivo trazer a família à escola.
Vi no pátio da escola, um mural com a foto do Wellington. Fiquei um pouco perplexa, pois não esperava, visto que essa escola é de educação infantil e primeiro segmento do ensino fundamental. Não tive tempo de perguntar aos professores do que se tratava e de como a escola trabalhou aquela notícia.
De repente, me veio a ideia de falar sobre acolhimento. Como enfrentamos a nossa dor e a do outro? Como posso dialogar com o meu filho, sem agredi-lo, inibi-lo e aproximá-lo de uma convivência saudável? E daí para frente tudo fluiu bem.
Às vezes penso, que as palavras não virão, mas de repente elas brotam como uma nascente de rio, que necessita de cuidado diário.

Grata a todos e a Você em especial - Sandra Celano.
Natalícia
*********

O Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro vem a público manifestar sua total solidariedade às famílias e aos funcionários diretamente atingidos pela tragédia ocorrida na Escola Estadual Tasso da Silveira em Realengo, e a todos os que, mesmo indiretamente, sofrem o impacto brutal da violência deste acontecimento.

Para uma dor de tal magnitude não se procura palavras vazias de consolo. Buscamos nesta nota problematizar a vida que vem sendo condenada a sobrevivência sob o julgo permanente da violência, das mais diversas violências, a qual todos estamos submetidos, cotidianamente.

Muito se tem discutido e interpretado nas mais diversas mídias acerca das motivações de Wellington, desde seu comportamento introspectivo, das humilhações sofridas na infância e adolescência e de um diagnóstico psiquiátrico, o qual, hoje apenas pode ser suposto. Muito se tem falado também sobre medidas de prevenção que garantiriam nossa segurança e de nossos entes queridos. Tais medidas, veiculadas em geral nos meios de comunicação de massa, têm como característica comum uma maior repressão: policiamento nas escolas, câmeras de vídeo, catracas eletrônicas e maior punição para os condenados. As soluções apontadas sinalizam que a sociedade deveria ser mais repressiva e punitiva, que solidária e acolhedora com a diferença.

Pouco se tem falado em tais mídias do modo como temos funcionado como sociedade. Diante de um acontecimento traumático e imprevisível, encontramos como explicação mais pacificadora para nossos afetos a “monstruosidade sociopata” de Wellington, advinda de uma patologia tranquilizadora para nossa suposta normalidade. Ao focarmos no indivíduo que empunhou as armas, deixamos de pensar a naturalização cada vez mais veloz da violência em nosso cotidiano.

Na nova ordem mundial é esperado que, sozinho, o indivíduo enfrente todas as adversidades da vida, muitas delas produzidas pelo modo como exploramos os trabalhadores, abandonamos os desempregados, os idosos, as crianças e os adultos fragilizados por uma sociedade onde se vale o quanto se pode comprar, o quanto se pode consumir.

Na atual ‘ordem’ carioca, cujo lema central da gestão estatal é o ‘choque’, como sair das análises individualizantes para fomentar reflexões sobre o campo social, avaliar o processo de trabalho das gestões públicas no investimento de políticas que garantam acesso aos direitos a todo e qualquer cidadão, no momento em que ele necessita, e não apenas diante da vivência de uma tragédia que produz incomensurável dor coletiva.

Neste sentido, nos cabe fazer algumas perguntas: como as políticas públicas vêm sendo implementadas e se mantendo na “cidade maravilhosa” para responder às violências cotidianas que afetam toda e qualquer pessoa? De que modo vem se estruturando a rede pública assistencial? Há serviços suficientes? Há profissionais concursados, com dignas remunerações para acolher às demandas crescentes, oriundas do sofrimento da população?

Diante da tragédia no bairro de Realengo, em que tanto se pedem psicólogos, psiquiatras, médicos, assistentes sociais e outros profissionais para o atendimento às pessoas que foram diretamente atingidas, o que dizer do fato de que, justamente nesta região, os serviços de atenção primária em saúde são escassos. Assim como são muito poucos os profissionais nos ambulatórios de saúde, nos Centros de Atenção Psicossocial (há apenas dois serviços de atenção diária em saúde mental para um território de quase 850 mil habitantes), e nos serviços de assistência social (CRAS e CREAS). Nada tão diferente da realidade da maior parte dacidade do Rio de Janeiro.

É preciso se preocupar com a continuidade do cuidado a toda e qualquer pessoa que em algum momento buscará a rede pública para atendimento de suas demandas, as quais, por mais que estejam sendo protagonizadas em um indivíduo, traduz uma produção coletiva do adoecer.

De fato, temos acompanhado que as políticas públicas de apoio solidário são abandonadas pelas gestões políticas, há muitos anos – a saúde é sucateada e levada à beira da falência, a educação é ignorada, a assistência social não consegue ampliar a implantação de seus serviços e articular ações visando proteção social e a Previdência Social condena quase todos à miséria, quando de seu adoecimento ou quando a idade deveria significar descanso dos longos anos de trabalho.

Seria possível encontrar saídas individuais para as mazelas nas quais estamos imersos? Eis uma questão impossível de ser calada, não obstante a espetacularização midiática que tem sido produzida no cotidiano de nossas vidas...





14 de Abril de 2011

http://www.crprj.org.br/noticias/2011/0414-solidariedade_e_direitos_aprendendo_com_a_tragedia_em_realengo.html


sábado, 9 de abril de 2011

Bullying: “brincadeira” com consequências





No dia 7 de abril de 2011, o mundo foi vítima de mais uma matança em escolas, desta vez no Brasil. Um ex-aluno entrou numa escola municipal em Realengo, zona Oeste do Rio, e promoveu um massacre. Este ex-aluno, segundo as pessoas que o conheceram, tinha um comportamento que leva a supor que sofria de alguma doença mental. O que é certo é que sofria de bullying, como afirmaram 2 ex-colegas de turma. Assim como os rapazes que promoveram o massacre em uma escola em Columbine, nos Estados Unidos, que depois gerou o documentário “Tiros em Columbine”.


O bullying sempre existiu nas escolas, mas nem sempre foi encarado como um problema. Há algumas décadas atrás era considerado “coisa normal de crianças”. Aquelas que divergissem um pouco da média eram as vítimas preferenciais. Hoje o bullying tem sido denunciado, mas está bem longe de ser controlado.


Na mesma semana, dois outros casos envolvendo bullying povoaram os jornais. Uma estudante universitária de enfermagem que denunciou as agressões que sofria à direção da faculdade, em Ribeirão Preto, foi agredida por uma colega com o capacete de motociclista. E um aluno de 15 anos de uma escola do sertão de Alagoas passou por uma sessão de três minutos de tapas na cara por ser homossexual. O bullying não respeita fronteiras nem nível social.


No ambiente escolar é muito importante para a criança e o adolescente fazer parte de um grupo, ser aceito e apoiado por ele. Quem sofre bullying sente-se excluído, e geralmente reage com um sentimento de minusvalia que pode influenciar sua vida em seus aspectos emocional, social e profissional, não só no momento em que sofre a agressão, mas por muitos anos no futuro. Cria-se um sentimento de inadequação, de não pertencimento, que mina sua autoconfiança e o faz sentir-se inferior. Algumas vezes esse sentimento de inferioridade pode gerar uma reação violenta e, se somar-se a um transtorno grave e não tratado de personalidade, um massacre como esse.


No Ensino Médio, estudei em uma escola particular de Niterói, e morava em São Gonçalo. Eu e muitos colegas que vínhamos da cidade vizinha sofríamos todo tipo de gozações, até mesmo por parte de professores. Algumas inócuas, outras bem agressivas. Um de nossos colegas sofria mais perseguições pois, além de gonçalense, era negro (o que era uma exceção numa escola de classe média de Niterói à época) e obeso. Não eram só piadinhas, eram tapinhas na nuca, tomar seus cadernos e jogar no chão, colocar o pé na frente para derrubá-lo. Os inspetores, pomposamente chamados de ‘auxiliares de comunicação’, limitavam-se ao ‘não faça isso de novo’. Ele tornou-se mais tímido do que no início do ano. Um dia ele surrou o colega mais insistente nas provocações, e foi suspenso das aulas pela atitude violenta.


O bullying sofrido pelo meu colega tinha as três características que o definem: era alvo de agressões e comentários negativos, as agressões eram repetidas e havia um suposto desequilíbrio de poder entre os colegas. Nem sempre o bullying é tão evidente, ele pode acontecer por meio de intrigas, espalhando comentários entre colegas (e a internet, através das redes sociais, pode ser um veículo para isso), ou evitando falar com a pessoa que é vítima de bullying, até mesmo porque quem se aproxima da vítima também é hostilizado. Os temas mais usados pelos agressores são a forma física (‘baleia’, ‘esqueleto’, ‘sem-bunda’, ‘baixinho’, ‘pintor-de-rodapé’, ‘caolho’), a etnia (‘crioulo’, ‘branco-azedo’, ‘japa’) e a religião (‘crente’, ‘papa-hóstia’, ‘macumbeiro’).


Os agressores buscam, através das provocações, dominar um grupo, numa estrutura de poder semelhante ao de animais na selva. É preciso que o bullying não seja tolerado como ‘coisa normal’, que se estimule o agressor a buscar sua própria humanidade, e a arte é o melhor instrumento para isso. E a vítima precisa ser amparada e protegida pela escola e por psicoterapia, não exposta ainda mais aos agressores, para que possa ter a real percepção de si, e não aquela imagem perniciosa que o bullying insiste em fazê-la acreditar.


Fonte: Artigo original de Terapia Biográfica em 08/04/2011.


segunda-feira, 4 de abril de 2011

sábado, 2 de abril de 2011

Maior tecnologia desenvolvida: O ser humano!

Este final de ano fui brindado com dois vídeos simplesmente FANTÁSTICOS !! Interessante que os dois tiveram relação direta, ou indireta, com dois amigos na Universidade ANHEMBI. O primeiro vídeo me foi indicado pela carinhosa Profa. ANA MARIA GUIMARÃES, e o segundo envolve o Prof. MARCIO COELHO. Como este BLOG também está sendo divulgado para todos os professores da ANHEMBI, apreciaria receber mais DICAS, informações, ou sugestões dos colegas para que a gente pudesse ser um canal adequado para todos.

O primeiro vídeo, que a Prof. ANA recebeu da aluna MARCELE, trata da maior tecnologia que já foi desenvolvida até hoje: o ser humano !! Possui também um título muito apropriado “Disconnect to connect”:
Leia mais em: http://www.novainter.net/blog/a-melhor-tecnologia-o-ser-humano/#ixzz1IMYUobgC






O segundo vídeo eu desafiei o Prof. MARCIO COELHO, cantor super-afinado de um coral, para tentar fazer alguma coisa parecida aqui no Brasil !! Achei a idéia fantástica, o espírito natalino na flor da pele, bem na prática. Nem sei como os Shoppings ainda não pegaram essa idéia e não implantam aqui mesmo …

Leia mais em: http://www.novainter.net/blog/a-melhor-tecnologia-o-ser-humano/#ixzz1IMYibM7o




Bem, depois de tudo isso, agradeço pela festa no MOINHO patrocinada pela ANHEMBI, aonde me diverti bastante e revi vários colegas. E desejando BOAS FESTAS e FELIZ ANO NOVO a todos !!!

Fonte:http://www.novainter.net/blog/a-melhor-tecnologia-o-ser-humano/

segunda-feira, 28 de março de 2011

"Guia de segurança online para pais: idades e estágios"


Guia de segurança online para pais: idades e estágios



De 2 a 4 anos: começando





Durante este estágio, a atividade online muito provavelmente envolverá os pais. Os pais podem segurar as crianças no colo enquanto vêem fotos de família, usam uma câmera da Web para entrar em contato com familiares ou visitam sites especiais para crianças.

Um estudo de 2003 sobre o uso da Internet pelas crianças mostrou que aquelas que se encontram em idade pré-escolar representam o segmento de usuários de Internet que cresce mais rápido. Embora as crianças nessa idade possuam um período de atenção muito limitado para as atividades online, as imagens e sons da Internet podem estimular sua imaginação e tornar sua experiência mais interessante.

O que as crianças em idade pré-escolar podem fazer online


Os pais e os irmãos mais velhos podem ficar online com as crianças pequenas para visitar sites infantis e jogos online. Nessa idade, os adultos possuem um papel importante no que diz respeito a ensinar a usar a Internet com segurança e a supervisionar de perto as reações das crianças ao material online.


Dicas de segurança

Aqui estão algumas dicas de segurança a considerar quando estiver online com crianças de 2 a 4 anos de idade:


• Esteja sempre online junto aos seus filhos nessa idade.



• Adicione sites aceitáveis à sua lista de Favoritos para criar um ambiente online personalizado para seus filhos.



• Use mecanismos de busca amigáveis para crianças ou outros com controles de menores.



• Pesquise sobre ferramentas de filtragem da Internet, que devem ser usadas como um complemento à supervisão paterna, não uma substituição.



• Ajude a proteger seus filhos contra janelas pop-up ofensivas usando software que as bloqueia.



• Comece a instruir seus filhos sobre privacidade. Se um site incentivá-los a usar seus nomes para personalizar o conteúdo da Web, ajude-os a criar apelidos online que não revelem nenhuma informação pessoal.


De 5 a 6 anos: fazendo sozinhos


Quando chegam aos 5 anos de idade, as crianças provavelmente desejarão explorar a Web sozinhos. É importante que os pais oriente as crianças quanto a como surfar pela Internet com segurança, assim que as crianças começarem a usar a Internet sozinhas.As crianças com idade entre 5 e 6 anos geralmente possuem uma atitude positiva e uma natureza aberta. Orgulham-se de suas novas habilidades de leitura e contagem e adoram conversar e compartilhar idéias. Elas não só querem se comportar bem, mas também são confiáveis e raramente questionam autoridade.

O que as crianças com idade entre 5 e 6 anos fazem online

As crianças nessa idade são capazes de seguir os comandos do computador, usar o mouse e jogar jogos. Entretanto, ainda dependem muito dos adultos ou dos irmãos mais velhos para ajudá-los a encontrar sites da Web, interpretar informações online ou enviar emails.

Dicas de segurança

Aqui estão algumas dicas de segurança a considerar quando estiver online com crianças de 5 a 6 anos de idade:

• Adicione sites aceitáveis à sua lista de Favoritos para criar um ambiente online personalizado para seus filhos.



• Use mecanismos de busca amigáveis para crianças ou outros com controles de menores.



• Mantenha o computador conectado à Internet em um local de uso comum na sua casa, para que você possa supervisionar com facilidade as atividades online de seus filhos.



• Pesquise sobre ferramentas de filtragem da Internet, que devem ser usadas como um complemento à supervisão paterna, não uma substituição.



• Use software de bloqueio de pop-up para ajudar a proteger seus filhos contra janelas pop-up ofensivas.



• Comece a instruir seus filhos sobre privacidade. Diga a eles para nunca fornecerem informações sobre eles ou sobre sua família quando estiverem online.



• Não deixe que seus filhos usem serviços de mensagens instantâneas, email, salas de bate-papo ou grupos de discussão nesta idade.



• Encoraje-os a lhe contar se algo ou alguém online fizer com que se sintam desconfortáveis ou ameaçados. Mantenha a calma e lembre-os de que não estão fazendo nada de errado se quiserem lhe mostrar algo. Elogie o seu comportamento e incentive-os a procurá-lo novamente se a mesma coisa acontecer de novo. Leia mais sobre como lidar com os predadores online e os intimidadores virtuais.


De 7 a 8 anos: o interesse aumenta


Parte do comportamento normal das crianças nesta faixa etária é ver de quanto eles conseguem escapar impunes. Enquanto estiver online, uma criança desta idade poderá entrar em sites ou conversar em salas de bate-papo não autorizadas por seus pais.



As crianças com idade entre sete e oito anos possuem um senso de família muito forte. Elas estão apenas começando a desenvolver um senso de moral e identidade sexual próprios, e geralmente possuem um grande interesse nas atividades das crianças mais velhas ao seu redor. Entre os 7 e os 8 anos de idade, as crianças tendem a confiar nos outros com muita facilidade e geralmente não questionam autoridade.

O que as crianças com idade entre 7 e 8 anos fazem online

As crianças nesta idade gostam de surfar em busca de divertimento e jogos interativos. Elas provavelmente já usam email e provavelmente já experimentaram entrar em sites e salas de bate-papo que seus pais não permitiram.


Dicas de segurança


• Crie uma lista com regras da casa para o uso da Internet com a participação de seus filhos.

• Estimule-os a visitar apenas os sites que você aprovou.


• Mantenha o computador conectado à Internet em um local de uso comum na sua casa, para que você possa supervisionar seu uso com facilidade.


• Pesquise sobre ferramentas de filtragem da Internet, que devem ser usadas como um complemento à supervisão paterna, não uma substituição.


• Use mecanismos de busca amigáveis para crianças ou outros com controles de menores.


• Crie uma conta de email compartilhada pela família junto ao seu provedor, em vez de permitir que seus filhos tenham suas próprias contas de email.


• Ensine-os a consultá-lo antes de fornecer qualquer informação pessoal através de email, salas de bate-papo, grupos de discussão, formulários de registro e perfis pessoais.


• Ensine-os a não baixar software, música ou arquivos sem a sua permissão.


• Use filtros de email para bloquear mensagens de determinadas pessoas ou que contêm determinadas palavras ou frases.


• Não permita que seus filhos usem serviços de mensagens instantâneas nesta idade.


• Permita que seus filhos usem apenas salas de bate-papo e grupos de discussão monitorados e em sites infantis reconhecidos.


• Converse com seus filhos sobre seus amigos virtuais e suas atividades online, da mesma forma que conversa sobre suas atividades no mundo real, onde ainda estão conhecendo novas pessoas.


• Converse com seus filhos sobre sexualidade saudável, pois eles podem encontrar com muita facilidade material de conteúdo adulto ou pornográfico online.


• Incentive-os a lhe contar se algo ou alguém online fizer com que se sintam desconfortáveis ou ameaçados. Mantenha a calma e lembre-os de que não estão fazendo nada de errado se quiserem lhe mostrar algo. Elogie o seu comportamento e incentive-os a procurá-lo novamente se a mesma coisa acontecer de novo.


De 9 a 12 anos: boas habilidades online

Pré-adolescentes querem saber tudo e já ouviram falar do que está disponível na Web. É normal que eles tentem ver o que há online. Para assuntos que os pais consideram censuráveis (por exemplo, conteúdo adulto sexualmente explícito ou instruções sobre como construir uma bomba), os pais podem usar filtros de conteúdo para ajudar a bloquear esse tipo de conteúdo.


Os anos de pré-adolescência representam um período de rápidas mudanças na vida das crianças. Embora nesta idade elas ainda sejam muito dependentes da família, elas querem mais independência.


As crianças com idade entre 9 e 12 anos também começam a se interessar pelo mundo ao seu redor e o relacionamento com os amigos passa a ter extrema importância.


O que as crianças com idade entre 9 e 12 anos fazem online


As crianças nessa faixa etária usam a Internet para fazer pesquisas escolares. Além disso, também baixam música, usam email, jogam jogos online e votam em seus ídolos favoritos em sites de fã-clubes. Seu modo preferido de comunicação com os amigos é através de mensagens instantâneas.


Dicas de segurança



• Crie uma lista com regras da casa para o uso da Internet com a participação de seus filhos.

• Mantenha os computadores conectados à Internet em áreas comuns da casa, não nos quartos das crianças.


• Pesquise sobre ferramentas de filtragem da Internet, que devem ser usadas como um complemento à supervisão paterna, não uma substituição.


• Converse com seus filhos sobre seus amigos virtuais e suas atividades online, da mesma forma que conversa sobre suas outras atividades.


• Insista para que nunca concordem em encontrar pessoalmente um amigo virtual.


• Permita que seus filhos usem apenas salas de bate-papo monitoradas em sites infantis reconhecidos.


• Ensine-os a nunca fornecer informações pessoais ao usar email, salas de bate-papo ou mensagens instantâneas, preencher formulários de registro e perfis pessoais ou participar de competições online.


• Ensine seus filhos a não baixar programas sem a sua permissão — eles podem baixar spyware ou vírus de computador involuntariamente. Além disso, ensine-os que se compartilharem arquivos ou copiarem texto, imagens e trabalhos artísticos da Web, eles podem estar violando leis de direitos autorais.


• Incentive-os a lhe contar se algo ou alguém online fizer com que se sintam desconfortáveis ou ameaçados. Mantenha a calma e lembre-os de que não estão fazendo nada de errado se quiserem lhe mostrar algo. Elogie o seu comportamento e incentive-os a procurá-lo novamente se a mesma coisa acontecer de novo.


• Converse com seus filhos sobre pornografia online e oriente-os a sites positivos sobre saúde e sexualidade.


• Insista em ter acesso às contas de email e de mensagens instantâneas para ter certeza de que não estão falando com estranhos.


• Converse com eles sobre comportamento responsável e ético online. Eles não devem usar a Internet para espalhar fofocas, intimidações ou ameaças aos outros.



De 13 a 17 anos: tecnicamente sofisticados


Ajudar os adolescentes com a segurança online é uma tarefa delicada, visto que eles geralmente sabem mais que seus pais sobre software da Internet. Mesmo com crianças mais velhas, é importante que os pais assumam um papel ativo na orientação do uso da Internet. Um cumprimento rigoroso das regras de segurança online com que os pais e as crianças concordaram e a freqüente revisão dos relatórios de atividade online das crianças é especialmente importante. Os pais devem se lembrar de manter suas próprias senhas seguras para que os adolescentes não possam se registrar em nome dos pais.



É muito comum que os jovens adolescentes passem por períodos de baixa auto-estima, busquem a aprovação dos amigos e se oponham às expectativas dos pais. Os adolescentes mais velhos precisam tanto de identificar-se com um grupo quanto de independência, e apresentam uma tendência a reconciliar os valores de sua família e os de seus amigos. No último período da adolescência, as crianças também ficam mais maduras e estão prontas para interagir com o mundo no nível intelectual. Geralmente, os adolescentes são abertos a novas idéias, mas não possuem a experiência de vida necessária para julgar sua validade. É importante que os pais continuem a orientar seus filhos em relação ao uso da Internet.



O que os adolescentes fazem online


Os adolescentes baixam música, usam mensagens instantâneas, email e jogos online. Eles também usam mecanismos de pesquisa para encontrar informações na Internet. A maioria dos adolescentes já visitou salas de bate-papo e muitos já participaram de bate-papos adultos ou privados. Os meninos nesta idade gostam de ultrapassar os limites e procuram por sites de humor grosseiro, imagens violentas e chocantes, jogos de azar ou de conteúdo adulto explícito. As garotas tendem mais a bater papo online e, portanto, são mais suscetíveis ao aliciamento sexual online.



Dicas de segurança


• Crie uma lista com regras da casa para o uso da Internet com seus filhos adolescentes. Você deve incluir os tipos de sites que estão fora dos limites, o número de horas que podem passar na Internet e orientações sobre comunicação online, incluindo comunicação em salas de bate-papo.


• Mantenha os computadores conectados à Internet em áreas comuns da casa, não nos quartos dos adolescentes.


• Converse com seus filhos sobre seus amigos virtuais e suas atividades online, da mesma forma que conversa sobre suas outras atividades. Converse com seus filhos sobre a sua lista de contatos em programas de mensagens instantâneas e instrua-os a não falar com estranhos.


• Pesquise sobre ferramentas de filtragem da Internet, que devem ser usadas como um complemento à supervisão paterna, não uma substituição.


• Saiba quais são as salas de bate-papo ou grupos de discussão que seus filhos estão visitando e com quem estão conversando online. Incentive-os a usar salas de bate-papo monitoradas e insista para que permaneçam em áreas de bate-papo públicas.


• Insista para que nunca concordem em encontrar pessoalmente um amigo virtual.


• Ensine-os a nunca fornecer informações pessoais sem a sua permissão ao usar email, salas de bate-papo ou mensagens instantâneas, preencher formulários de registro e perfis pessoais ou participar de competições online.


• Ensine-os a não baixar programas, música ou arquivos sem a sua permissão. Explique que se compartilharem arquivos ou copiarem texto, imagens e trabalhos artísticos da Web, eles podem estar violando leis de direitos autorais e que isso pode ser ilegal.


• Incentive-os a lhe contar se algo ou alguém online fizer com que se sintam desconfortáveis ou ameaçados. Mantenha a calma e lembre-os de que não estão fazendo nada de errado se quiserem lhe mostrar algo. (É importante deixar claro que eles não irão perder o direito de usar o computador.)


• Converse com seus filhos sobre conteúdo adulto e pornografia online e oriente-os a sites positivos sobre saúde e sexualidade.


• Ajude a protegê-los contra spam. Instrua-os a não fornecer seu endereço de email online, não responder a mensagens de lixo eletrônico e a usar filtros de email.


• Esteja atento aos sites da Web que seus filhos freqüentam. Verifique se não estão visitando sites com conteúdo ofensivo ou publicando informações pessoais ou fotos de si mesmos online.


• Ensine-os a ter um comportamento responsável e ético online. Eles não devem usar a Internet para espalhar fofocas, intimidações ou ameaças aos outros.


• Deixe claro que devem sempre consultar você antes de realizar qualquer transação financeira online, inclusive encomendar, comprar ou vender itens online.


• Converse com eles sobre os jogos de azar online e seus riscos potenciais. Lembre-os de que os jogos de azar online são ilegais para eles.



Fonte: Microsoft