domingo, 22 de maio de 2011

"a oração: a banda mais bonita da cidade"



Lindo pela simplicidade!
Bjs, Nata

http://www.youtube.com/watch?v=QW0i1U4u0KE

"Livro para adultos não ensina erros "

Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas

UNIFESP

NOTA PÚBLICA

Livro para adultos não ensina erros


Uma frase retirada da obra Por uma vida melhor, cuja responsabilidade pedagógica é da Ação Educativa, vem gerando enorme repercussão na mídia. A obra é destinada à Educação de Jovens e Adultos, modalidade que, pela primeira vez neste ano, teve a oportunidade de receber livros do Programa Nacional do Livro Didático. Por meio dele, o Ministério da Educação promove a avaliação de dezenas de obras apresentadas por editoras, submete-as à avaliação de especialistas e depois oferece as aprovadas para que secretarias de educação e professores façam suas escolhas.




O trecho que gerou tantas polêmicas faz parte do capítulo “Escrever é diferente de falar”. No tópico denominado “concordância entre palavras”, os autores discutem a existência de variedades do português falado que admitem que substantivo e adjetivo não sejam flexionados para concordar com um artigo no plural. Na mesma página, os autores completam a explanação: “na norma culta, o verbo concorda, ao mesmo tempo, em número (singular – plural) e em pessoa (1ª –2ª – 3ª) com o ser envolvido na ação que ele indica”. Afirmam também: “a norma culta existe tanto na linguagem escrita como na oral, ou seja, quando escrevemos um bilhete a um amigo, podemos ser informais, porém, quando escrevemos um requerimento, por exemplo, devemos ser formais, utilizando a norma culta”.




Pode-se constatar, portanto, que os autores não estão se furtando a ensinar a norma culta, apenas indicam que existem outras variedades diferentes dessa. A abordagem é adequada, pois diversos especialistas em ensino de língua, assim como as orientações oficiais para a área, afirmam que tomar consciência da variante linguística que se usa e entender como a sociedade valoriza desigualmente as diferentes variantes pode ajudar na apropriação da norma culta. Uma escola democrática deve ensinar as regras gramaticais a todos os alunos sem menosprezar a cultura em que estão inseridos e sem destituir a língua que falam de sua gramática, ainda que esta não esteja codificada por escrito nem seja socialmente prestigiada. Defendemos a abordagem da obra por considerar que cabe à escola ensinar regras, mas sua função mais nobre é disseminar conhecimentos científicos e senso crítico, para que as pessoas possam saber por que e quando usá-las.




O debate público é fundamental para promover a qualidade e equidade na educação. É preciso, entretanto, tomar cuidado com a divulgação de matérias com intuitos políticos pouco educativos e afirmações desrespeitosas em relação aos educadores. A Ação Educativa está disposta a promover um debate qualificado que possa efetivamente resultar em democratização da educação e da cultura. Vale lembrar que polêmicas como essa ocupam a imprensa desde que o Modernismo brasileiro em 1922 incorporou a linguagem popular à literatura. Felizmente, desde então, o país mudou bastante. Muitas pessoas tem consciência de que não se deve discriminar ninguém pela forma como fala ou pelo lugar de onde veio. Tais mudanças são possíveis, sem dúvida, porque cada vez mais brasileiros podem ir à escola tanto para aprender regras como parar desenvolver o senso crítico.


Fonte: http://www.peabirus.com.br/redes/form/post?pub_id=87984&utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+com%2Fpeabirus+%28Peabirus+%3A%3A+RSS%29&utm_content=Google+Reader










"O Reino do Coração"




Conta-nos uma lenda, que existia em um reino muito distante, uma grande quantidade de terras que se perdiam no horizonte e iam muito além das montanhas.

Chamava-se “o reino do coração”. Uma jovem senhora recebera de Deus a incumbência de cuidar e administrar, como quisesse, toda aquela imensidão de terras.

Para se ter uma idéia, ela possuía mais terras do que o próprio rei.

A jovem senhora sempre soube administrar com maestria todos os setores do reino do coração que lhe pertenciam.

Era uma mulher bondosa e, mesmo contra a vontade de muita gente, ela sempre distribuía alguns hectares de sua propriedade para as pessoas simples que batiam à sua porta.

As pessoas pediam para ficar um tempo e acabavam se demorando, se demorando até se instalarem de vez.

Tudo corria maravilhosamente bem até que chegou um posseiro e quis morar nas terras do coração que ela mais gostava: “as terras da afetividade”.

Aproveitando-se da ausência da senhora, que viajara por algum tempo, esse posseiro se apoderou do seu recanto mais precioso, onde ela cultivava as flores da paixão, da cumplicidade, do companheirismo e de muitas outras flores relacionadas ao sentimento.

Quando ela retornou, ficou bastante surpresa ao ver que aquele forasteiro havia se instalado ali.

No entanto, ele não era um forasteiro qualquer, era como um raio de sol, e ao seu suave toque todas as flores se abriam e começavam a exalar um perfume inebriante.

Com a presença daquele homem incomum, o recanto secreto da jovem senhora se tornou o mais belo de todo o reino.

A administradora não teve como recusar a permanência daquele posseiro singular, pois sua presença havia mudado para sempre os jardins dos seus mais secretos sentimentos...

No entanto, um dia... um dia que a jovem senhora não mais poderia esquecer, seu jardim amanheceu sem brilho e sem perfume...

Parecia que o inverno chegara mais cedo..., e um frio extemporâneo havia crestado todas flores...

A dona das terras quis saber o motivo e seu pequeno-grande coração quase desfaleceu ao saber que seu raio de sol havia partido...

Ela saiu a buscar por todos os cantos do seu reino, mas não mais o encontrou.

A tristeza quis tomar posse do seu recanto precioso, mas ela insistia em ter de volta o toque suave do seu raio de sol, único capaz de trazer novamente o viço e o perfume às flores.

No entanto, numa manhã... numa manhã que a jovem senhora não mais poderá esquecer, seu raio de sol voltou... mas não voltou para ficar...

Ele propôs uma condição: poderia apenas visitar aquele recanto de paz e amor a cada início de primavera, para beijar todas as flores pelas quais nutria imenso carinho.

Apesar de sentir-se triste por não ter seu raio de sol em todas as estações, a jovem senhora aceitou as condições.

E é assim que a cada início de primavera o raio de sol beija as flores e elas se abrem, e exalam seu inebriante perfume como todas as flores cultivadas pelo amor de alguém muito especial.


Fonte: Texto da Equipe de Redação do Momento Espírita.


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Nunca sabemos se estamos em terra firme ou no espaço. A distância que se percorre para encontrar um amor, depende da sua compreensão do que seja amor. Assim... Quando viajar, troque sempre de lugar. Nunca vá só num determinado assento do ônibus, pois assim Você só desfrutará de uma paissagem.
Varie. Mude... Você terá diferentes visões sobre um mesmo lugar.
Era isso que eu fazia, até descobrir que nada era seguro quando falamos de amor.
Alguns dizem que correr risco faz parte. Mas ser detonada em uma mina que Você própria construiu é diferente.
E não há nada que se possa fazer, a não ser viver e tocar em frente.
Não há lugar seguro que não seja o seu coração.

Boa tarde!
Beijos
Natalícia

domingo, 15 de maio de 2011

Google Docs como “objeto de aprendizagem” na educação.



O que são objetos de aprendizagem?



- Segundo site "Conexao Professor" são recursos digitais que possam ser reutilizados para dar suporte ao aprendizado, auxiliando tanto a modalidade à distância como a presencial.



- O site "Dicas-l" apresenta uma complementação de conceitos, considerando que o Objeto de Aprendizagem é definido como uma entidade, digital ou não-digital, que pode ser usada, re-usada ou referenciada durante o ensino com suporte tecnológico. Exemplos de ensino com suporte tecnológico incluem sistemas de treinamento baseados no computador, ambientes de aprendizagem interativa, sistemas instrucionais auxiliados por computador, sistemas de ensino a distância e ambientes de aprendizagem colaborativa. Exemplos de Objetos de Aprendizagem incluem conteúdo multimídia, conteúdos instrucionais, objetivos de ensino, software instrucional e software em geral e pessoas, organizações ou eventos referenciados durante um ensino com suporte tecnológico.





- O portal "Marista" descreve uma situação de utilização de objeto de aprendizagem na prática de atividades educacionais. A ferramenta utilizada, nesse caso, é o Google Docs. Abaixo, as considerações a respeito da referida ferramenta:



“Google Docs é um conjunto de softwares livres baseados na Web, que contém processadores de texto, apresentações e um programa de planilhas.



Ao contrário do software de desktop, o Google Docs permite às pessoas criar documentos online, apresentações e planilhas que qualquer um no grupo pode atualizar a partir de seu computador próprio, até mesmo, ao mesmo tempo.





Ao invés de idas e vindas de e-mails com os seus arquivos e a confusão e trabalho adicional envolvidos no gerenciamento de diferentes versões do trabalho, os envolvidos podem se utilizar da colaboração para editar o documento online de qualquer lugar - tudo que você precisa é um navegador web.



E, uma vez que seus documentos são armazenados de forma segura em servidores do Google, você não precisa se preocupar com a perda de dados a partir de uma falha de disco rígido ou de vírus desagradáveis.”



- Veja abaixo as sugestões de utilização do Google Docs em sala de aula:





Mas, como utilizar o Google Docs em sala de aula?



Eis algumas formas engenhosas que os professores têm usado o Google Docs na sala de aula (conteúdo do Portal Marista):


• Promover a colaboração em grupo e criatividade por ter o seu grupo de estudantes registrando seus projetos em conjunto em um documento único.

• Mantenha o controle de notas, frequência, ou quaisquer outros dados que você ache que precise usar com flexibilidade.

• Facilitar a escrita e desenho como um processo, incentivando os alunos a escrever em um documento compartilhado com você. Você pode verificar-se a produção do aluno a qualquer momento, fornecer informações e comentários e ajudá-lo a entender melhor os seus pontos fortes.

• Criar quizzes e testes utilizando formulários, os alunos respondem os seus testes e você ainda os recebe de maneira bem ordenada numa planilha.

• Encoraje habilidades de apresentação colaborativa;

• Colaborar em um documento com seus colegas professores;

• Manter a atualização e compartilhar planos de aula ao longo do tempo em um único documento.



Referências:

- site “Conexão Professor” (http://www.conexaoprofessor.rj.gov.br)

- site Dicas-l (http://www.dicas-l.com.br)

- portal Marista (http://marista.edu.br/labin/2010/12/03/google-docs-e-educadores/)

Imagens:

- Portal Google / Google Docs


Fonte:http://coordenacao2011.blogspot.com/2011/05/google-docs-como-objeto-de-aprendizagem.html


"Cartilha de Segurança para Internet”- Blog: Bit e Byte

Olá Amigos e Amigas!
Estive ausente devido uma forte gripe. Espero me recuperar o mais breve possível e trazer boas notícias.
Hoje vi essa cartilha. Achei o assunto de extrema relevância, além do próprio site ser interessante.

Conheçam!
http://cartilha.cert.br/download/cartilha-seguranca-internet.pdf

Desenvolvida pelo próprio Comitê Gestor da Internet, o CGI.br, é uma entidade governamental brasileira desde de maio de 1995, e que a comunidade dos internautas respeita.


Nesta sua terceira edição, num formato tipo e-Book (em PDF), a CARTILHA está dividida em 8 partes bastante importantes e que todos que navegam pela Internet devem estar bem conscientes:

Parte I: Conceitos de Segurança

Parte II: Riscos Envolvidos no Uso da Internet e Métodos de Prevenção

Parte III: Privacidade

Parte IV: Fraudes na Internet

Parte V: Redes de Banda Larga e Redes Sem Fio (Wireless)

Parte VI: Spam

Parte VII: Incidentes de Segurança e Uso Abusivo da Rede

Parte VIII: Códigos Maliciosos (Malware)

(dentre outros assuntos...)
Blog: Bit+e+Byte%29

Um abraço
Natalícia

segunda-feira, 9 de maio de 2011

"Professores são obsoletos"


Investimentos deveriam criar novas soluções em educação, possibilitando

a formação de tutores

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A Westinghouse era um gigante nos anos 20. Numa fábrica com 12 mil

funcionários, conduziram uma experiência seminal. Aumentaram a

iluminação e a produtividade aumentou. Depois, voltaram ao que era. A

produtividade aumentou mais! Esse experimento provou que a intervenção

gera mudanças temporárias, e não difere dos empresários que intervêm

em escolas.



No começo a diretora faz cursos de gestão, aparecem computadores e

reciclagem para professores. Com o tempo, tudo volta ao que era. E os

valores que são colocados nessas escolas "mexidas" tornariam o orçamento

da rede publica inviável, portanto, são artificiais.



Duas boas entidades, Instituto Ayrton Senna e Todos Pela Educação

colocaram pesquisadores para achar o denominador comum de centenas de

estudos sobre melhorias na sala de aula -o resultado, logicamente, não

passa de um conjunto de platitudes.



São quatro as conclusões: um, o professor tem que ser bom. Os 20%

melhores ensinam mais do que os 20% piores. Ué...



Segundo, que turmas menores aprendem mais -ou seja, não é bom ter 48

alunos na classe. Certo.

Terceiro, que é melhor que a turma seja homogênea -se for para aprender

mais matemática e português-, mas seria melhor que fosse heterogênea -se

for para outras matérias. Ops...



Quarto, que alunos aprendem mais se houver mais aulas.



Hmmm... Sei que faço uma caricatura, mas não difere disso. A culpa não

é dos empresários -têm boas intenções-, mas cabe lembrar que 92,3% das

empresas quebram ou são vendidas a cada 20 anos, o que sugere que o

empresário tem dificuldade de entender do seu próprio métier, quem dirá

educação.



Que empresários escolheriam um professor de sociologia, depois um torneiro

mecânico e por fim uma guerrilheira para comandar o país?



Teriam acertado na mosca, o país nunca andou tão para a frente.



Perguntei, numa palestra em Londres para 59 ministros de Educação: por

que as férias são tão compridas no verão? Nem um deles sabia -é assim

porque as escolas eram rurais, e os pais precisavam da criançada para

ajudar na colheita, por dois meses. É assim até hoje.



Melhorias marginais na escola são como motor novo e pintura metálica num

Fusca 77.



O papel do professor está obsoletado. Pede-se demais: que entenda de uma

matéria, mas cruze com outras; que saiba manter 39 meninos quietos; que

lide com as sacanagens da carreira, com diretoras ranzinzas e pais

perdidos; e ainda aprendam tudo sobre bullying e "bullshit".



Os investimentos e estudos deveriam ir para formatos novos, com professores

virando os tutores esclarecidos da paideia grega e chamando à escola os

milhões de recém-formados e aposentados que poderiam partilhar suas

paixões.



Ficar tirando a média de um conceito medíocre é inócuo. Correr atrás

de resultados melhores no Pisa parece avanço, mas não passa de uma polida

no capô do Fusca.


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RICARDO SEMLER, 51, é empresário. Foi scholar da Harvard Law School e

professor de MBA no MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts). Foi

escolhido pelo Fórum Econômico de Davos como um dos Líderes Globais do

Amanhã. Escreveu dois livros ("Virando a Própria Mesa" e "Você Está

Louco") que venderam juntos 2 milhões de cópias em 34 línguas.
 
 
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/saber/sb0905201103.htm

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Estudo liga Bullying a violência familiar


Estudo realizado recentemente nos Estados Unidos destaca algo que os pesquisadores sabiam há tempos em relação ao bullying, como é chamado o assédio moral e físico a que crianças são submetidas pelos colegas na escola: estudantes envolvidos em episódios desse tipo têm maior probabilidade de apresentar comportamentos de risco, como notas baixa e uso de drogas e álcool.

Outra constatação é de que é também mais provável que essas crianças tenham presenciado ou tenham sido diretamente envolvidas em atos de violência na própria família - uma relação que anteriormente só havia sido estabelecida em estudos de menor abrangência.

O estudo sobre o bullying foi publicado na quinta-feira no Relatório Semanal de Morbidez e Mortalidade do Centro para o Controle e Prevenção de Doenças (CDC) - a agência de saúde pública dos Estados Unidos - e foi baseado na Pesquisa sobre Saúde dos Jovens de Massachusetts, uma pesquisa anônima realizada entre cerca de 6 mil estudantes do ensino fundamental e médio desse Estado americano, em janeiro de 2009.

Envolvidos. Além de uma lista de questões sobre suas notas, saúde, uso de drogas e violência familiar, entre outras que foram consideradas pelo levantamento, os estudantes de Massachusetts tiveram de responder a duas perguntas sobre bullying: Praticavam o bullying ? Eram vítimas de bullying?

Com base nas respostas que deram, os estudantes foram divididos em quatro grupos: bullies (somente os praticantes), praticantes-vítimas de bullying, vítimas, e "nenhum dos casos" (que situou os adolescentes que nunca estiveram envolvidos na prática de bullying).

A pesquisa concluiu que 43,9% dos alunos do ensino fundamental foram afetados por bullying, assim como 30,5% dos que frequentavam o ensino médio. A probabilidade de ocorrer a maioria dos comportamentos de risco para o bullying considerados pela pesquisa - como bebida ou problemas de saúde mental - foi "significativamente elevada" para os praticantes do bullying, as vítimas e os praticantes-vítimas.

Os praticantes-vítimas no ensino fundamental e médio mostraram-se mais de três vezes mais propensos a responder que consideraram seriamente o suicídio, se feriram intencionalmente e eram fisicamente agredidos por um membro da família, além de presenciar atos de violência familiar. Esse grupo tinha maior probabilidade de ter sido expostos à violência familiar do que os praticantes, que por sua vez foram com maior probabilidade mais expostos do que vítimas, as quais, por sua vez, foram mais provavelmente expostas do que as crianças que não eram nem praticantes nem vítimas.


Os autores instaram os Estados a continuar seu trabalho sobre prevenção do bullying.



Eryn Brown, L.A.Times/ Los Angeles

O Estado de S.Paulo 24/04/2011

TRADUÇÃO ANNA CAPOVILLA